19 de março de 2009

Julia Roberts fala sobre Duplicity


Julia Roberts foi a convidada do Late Show com David Letterman dessa terça-feira (17/3/2009). Nos estúdios do programa, em Nova York (EUA), a atriz, de 41 anos e mãe de três filhos, divulgou seu mais recente trabalho nos cinemas, Duplicity, no qual atua com Clive Owen.

O programa irá no ar dia (24/3), no canal pago GNT.


Julia Roberts ganha flores de um fã


Atriz abraça homem que lhe abordou na rua

Julia Roberts foi abordada por um fã que lhe entregou flores em Nova York, quando a atriz saia do estúdio do "The Late Show with David Letterman", onde divulga seu novo filme, "Duplicity". Simpática, ela retribuiu o mimo com um abraço.

Fonte: Ego/Contigo

'Não quero que meus filhos virem estrelas', desabafa Julia Roberts


A atriz não quer que os herdeiros trabalhem no meio artístico, pelo menos na infância


Não são poucos os casos de filhos de atores que acabam seguindo a profissão dos pais, mas do que depender de Julia Roberts, seus filhos não farão parte dessa lista, pelo menos durante a infância.
Em entrevista, a atriz confessou que não quer que os filhos lidem com o estrelato ainda crianças. Apesar de ter começado cedo e ter ajudado uma sobrinha a entrar no seleto time de Hollywood, ela acredita que, mesmo que queiram atuar, seus três herdeiros - os gêmeos Hazel e Finn, de quatro anos, e Henry, de dois - podem esperar até mais tarde.
"Eu prefiro que, se os meus filhos quiserem ser artistas, eles esperem. Eles podem esperar e eu prefiro que seja o máximo possível", desabafou Julia.

Fonte: Ego

17 de março de 2009

Fotos Pré- estréia em NOVA YORK








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Julia Roberts e Clive Owen lançam 'Duplicidade' em Nova York

Atores interpretam mais uma vez par romântico no cinema


Julia Roberts e Clive Owen participaram nesta segunda-feira, 16, da pré-estreia do filme "Duplicidade" em Nova York. Neste longa de Tony Gilroy os astros interpretam mais uma vez par romântico. Antes foi em "Closer - perto demais".

Fonte: Ego

15 de março de 2009

Revista Época:Entrevista - Julia Roberts - “Depois dos 40, usamos a vida no rosto”


Depois de oito anos, a atriz estrela um filme de novo. Mas ela mudou. E o cinema também

A atriz fala sobre a maternidade, a crise econômica e a moda do Botox em Hollywood

QUEM É Tem 41 anos e é casada com Danny Moder, com quem teve um casal de gêmeos em 2004. Deu à luz um terceiro filho há nove meses

GRANDES FILMES Uma linda mulher (1990), Um lugar chamado Notting Hill (1999)

PRÊMIO Oscar de melhor atriz por Erin Brockovich (2000)



ÉPOCA – Você diminuiu muito o ritmo da carreira depois de ter filhos. O que a fez voltar ao papel de protagonista depois de quase uma década?

Julia Roberts – Além do excelente roteiro, o diretor me fez sentir muito querida, importante. A produção do filme nunca deixou transparecer que eu estava, por vezes, desacelerando o ritmo deles ao ter de pedir um intervalo para amamentar meu filho caçula. Até os ensaios foram marcados num local a um quarteirão de meu apartamento, para que eu visitasse meus filhos periodicamente. Várias amigas minhas reclamam de como é difícil conciliar a maternidade com a vida profissional. É difícil para as mães de crianças pequenas se concentrar no trabalho. Foi um privílégio ser tratada assim.

ÉPOCA – A revista Newsweek fez uma teoria interessante sobre sua carreira. Segundo a publicação, quando seu cabelo está longo e solto em um filme, ele faz sucesso. Quando está de cabelo curto, o filme é sério e medíocre. O que tem a dizer sobre isso?

Julia – Ufa! Estou com sorte, pois apareço de cabelos soltos em Duplicidade! Interessante essa afirmação da Newsweek. O mundo está enfrentando sérios problemas, estamos no meio de uma brutal recessão econômica e é sobre esse tipo de coisas que eles estão escrevendo? Meu próximo filme deverá ser o maior fracasso então. Vou interpetrar a escritora Elizabeth Gilbert, na adaptação de Comer, rezar, amar (fenômeno editorial em vários países) e aparecerei de cabelo curto!

ÉPOCA – Como sente os efeitos da recessão econômica?

Julia – Sou uma pessoa simples. Não saio por aí comprando sem necessidade, a não ser em ocasiões óbvias como aniversários e festas de fim de ano. Como alguém que faz compras de supermercado para uma casa de cinco pessoas, é claro que notei que o valor de nossa conta subiu. São tempos difíceis. Mas a história sempre nos mostrou que esses tempos são cíclicos. A gente passa por fases de apuros econômicos e aprendemos a nos ajustar a elas.

ÉPOCA – Com seis semanas no poder e já passada a excitação inicial da posse do presidente Barack Obama, como vê seu governo?

Julia – É a primeira vez em minha vida que experimento um período no qual todo mundo é fã de nosso presidente. As pessoas o colocam no pedestal. Estava na Índia no dia da posse, acompanhando meu marido, que filmava próximo ao Taj Mahal, e foi uma experiência bárbara. É um grande sentimento de otimismo dirigido para uma só pessoa. Acho que isso ajuda. Nem vemos mais piadas sobre o nosso presidente atualmente.

ÉPOCA – Você exibe uma forma física invejável em Duplicidade. Que tipo de cuidados toma com o corpo?

Julia – Fiz o filme com a forma física que apresentava naquele momento. O período de amamentação tem suas vantagens! Faço ioga e tento me cuidar, mas não é minha principal preocupação. Não acho que é por causa de minha aparência física que os diretores me contratam. Sou boa de garfo, fã de todos os grupos de alimentos.

ÉPOCA – Você sempre reclamou de fazer cenas de sexo em filmes. O que há de errado com elas?

Julia – Elas são sempre esquisitas e idiotas de fazer. Quando você tem de fazê-las com um ator que já conhece, como é o caso de Clive Owen em Duplicidade, tudo fica mais fácil, pois você pode dizer, sem cerimônias, algo do tipo: “Ei, chupa aí uma bala de menta, porque esse sanduíche que você comeu deixou um hálito forte”.

ÉPOCA – As atrizes estão cada vez mais obcecadas por Botox e outras técnicas de eliminar rugas. Algumas exageram e ficam com o rosto alterado. O que acha disso?

Julia – A quem você se refere?

ÉPOCA – Preciso dar nomes?

Julia – Claro, vamos tornar essa discussão mais interessante.

ÉPOCA – De Meg Ryan a Faye Dunaway. A lista é imensa.

Julia – Bem, eu acho que cada um faz o que achar melhor. Mas uma atriz extremamente inteligente como era Marlene Dietrich, uma vez disse: “Até os 40 anos, usamos o rosto pela vida; após os 40, usamos a vida no rosto”. Que bela frase. Já passei dos 40 e estou bem. Tenho ótimos genes (risos).

ÉPOCA – Você já declarou que é fã de O alquimista, de Paulo Coelho. Leu seus últimos livros?
Julia – Com três filhos em casa, não consigo me lembrar da última vez que abri um livro que não continha figuras de bichinhos ou de paisagens (risos).

Revista: Época

DA ONDE VISITAM

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