13 de março de 2009

Mais algumas fotos da Julia na revista com Clive


Julia Roberts questiona nova geração de atrizes

Julia Roberts questionou a geração de atrizes na casa dos 20 anos em entrevista à revista Entertainment. Ela disse que as grandes atrizes da atualidade estão na casa dos 40 e as mais novas não têm feito grandes trabalhos.
"Acho que os dias de 'Oh, alcancei os 40 e estou ferrada' acabaram. As melhores atrizes que trabalham com consistência são Susan Sarandon, Frances McDormand, Meryl Streep, Annette Bening, Holly Hunter. Elas não têm mais 30 anos. O que está acontecendo com as garotas de 20? Onde estão os filmes inspirados nelas? Não há, ou existem bem menos que na minha época", disse.
Julia Roberts ilustra a capa da revista ao lado de Clive Owen, ator que protagoniza o filme Duplicity com ela.


A volta da rainha

RIO - NOVA YORK - Quando alguém pergunta o que ela faz para driblar os paparazzi, Julia Roberts solta uma gargalhada:

- Não há mais muitos paparazzi atrás de mim. Só aqueles que são lentos e que ainda não perceberam que eu não sou mais aquela que eles deveriam seguir.

A verdade é que, desde que ela desacelerou sua carreira e passou a priorizar a vida de dona-de-casa e mãe de três crianças - os gêmeos Hazel e Phinnaeus, de 4 anos, e o caçula Henry, de 1 ano e meio -, num rancho em Taos, Novo México, Julia tem sido muito mais eficiente e feroz na defesa de sua privacidade. Aos 41 anos, sete deles casada com o cameraman Danny Moder, ela tem o mesmo sorriso luminoso que seduziu multidões em "Uma linda mulher" e continua a ganhar US$ 20 milhões por filme, mas acaba de recusar fazer uma continuação da parceria com Richard Gere com uma boa dose de autoironia:

- A personagem daquele filme, você sabe... Hollywood não precisa de prostitutas velhas - diverte-se a atriz, que foi apontada como a oitava personalidade mais poderosa do cinema americano pela Premiere's Hollywood Power List e é dona de uma fortuna estimada em US$ 212 milhões pela revista "Forbes".

" Eu nunca beijei tanto um ator num filme quanto neste 'Duplicidade' "
Julia volta agora às telas de cinema com "Duplicidade" (estreia no Brasil prevista para o dia 27 de março), ao lado de Clive Owen, dirigida por Tony Gilroy (o mesmo de "Conduta de risco"). O filme é um thriller de espionagem industrial, com uma trama internacional e locações em Dubai, Cleveland, Nova York, Roma, Zurique. Os dois são espiões que trabalham para empresas concorrentes, em disputa pela fórmula de um produto que vai revolucionar o mercado. E, é claro, os dois se apaixonam, enfrentando o desafio de confiar um no outro em meio à guerra suja das grandes corporações. O thriller tem algo de "Sr. e Sra. Smith", sem os efeitos especiais, mas com diálogos primorosos, escritos pelo próprio Gilroy.
- Eu fiz este filme porque queria trabalhar com os caras mais inteligentes de Hollywood. Adorei "Conduta de risco" e descobri que o diretor Tony Gilroy é também um roteirista maravilhoso. Além disso, amo Clive, nós somos grandes amigos, fazer um filme com ele é uma alegria. Nós temos uma química incrível na tela, desde "Closer - Perto demais". Eu nunca beijei tanto um ator num filme quanto neste "Duplicidade" - revela Julia.
E Clive beija bem?
- Maravilhosamente. Mas, você sabe, é estranho beijar tanto alguém por quem você não está apaixonada. Ainda bem que eu tenho um marido compreensivo, que me adora e a quem eu amo apaixonadamente. Minha prioridade é mesmo ficar em casa com ele e as crianças. Então, acabei fazendo papéis pequenos, em filmes como "Jogos do poder" ou "Doze homens e outro segredo", porque não queria ficar muito tempo fora de casa. Aceitei fazer "Duplicidade" porque os diálogos eram excelentes, e a trama, muito bem construída - diz.
"Duplicidade" faz parte da nova tendência do cinema de criticar a globalização e as grandes corporações. Outros exemplos disso são "conduta de risco" "Trama Internacional" ( também com Clive Owen, dirigido por Tom Tykwer, com estréia prevista no Brasil para o dia 17 de Abril), " The Schock Doctrine" ( dos Britânicos Michael Winterbottom e Matt Whitecross), e a comédia "The Yes man fix the wold" ( de Andy Tony e Mike Bonnano).
_ Eu achei chocante quando Tony me disse que as grandes corporações têm departamentos de "inteligência competitiva", e que elas ganham US$ 100 bilhões por ano com produtos derivados de espionagem. Este é o nome que eles usam para a equipe que é paga para roubar idéias dos concorrentes.
Mas o que me atraiu na personagem foi o fato de ela ter uma vida emocional. Este filme também é, para mim, uma divertida história de amor que fala sobre as dificuldades de confiar em quem você ama.
Eu detesto metiras e reajo muito mal a elas _ analisa a atriz.
Julia, então, ri mais uma vez quando o diretor Tony Gilroy a interrompe e diz que ele, ao contrário, aprecia uma " mentira bem contada, sobretudo de noite, depois de alguns copos de vinho". Gilroy garante que só fisgou Julia para o elenco porque deu plenas condições para que ela trouxesse a família para o set de filmagens, inclusive com tempo livre para amamentar o pequeno Henry ( "Eu achei fascinante ver Julia amamentar no set de filmagens. Muito instimulante", diz Gilroy).
Mesmo tão devotada á família, Julia está retomando sua carreira com mais afinco. Ela já tem dois novos projetos de cinema confirmados para 2010. Vai estrelar "The Friday Night Knitting Club"; baseado no romance best-seller de Kathleen Jacobs. E vai produzir uma comédia dirigida por Dennis Lee, intitulada " Jesus Henry Chist", sobre um menino em busca de seu pai. Lee é também o diretor de outro filme de Julia previsto para este ano, " Firefiles inthe garden", que será lançado em Junho.
Já sobre "Duplicidade", a atriz concorda que a parte de sua sedução está na crítica que o filme faz dos executivos das grandes empresas, cuja imagem está no chão com a crise financeira e os escândalos de Wall Street. Julia, porém, se diz otimista e atribui uma boa fatia de seu prazer em retomar o trabalho no cinema ao entusiasmo com seu país depois das eleições de Barack Obama:
_Eu acho que a Casa Branca ficou muito mais charmosa com a família Obama. Eu adoraria convidar os Obama para jantar lá em casa. Eu até iria para a cozinha fazer tajine de frango com figos e damascos _ diz Julia.
Até hoje sem substituta
Desde o sucesso planetário de "Uma linda Mulher" em 1990, a indústria do cinema procura uma nova Julia Roberts. A candidata deve ser bonita, talentosa, imbatível em comédias românticas e ter uma aparência maliável a ponto de convencer tanto como uma heroína de Jane Austen quanto como uma habituée das calçadas da Hollywood Boulervard.

Se você for ao Google e escrever " a nova Julia Roberts", vão aparecer 140 entradas e, mais ou menos, 140 atrizes indicadas ao posto. A primeira foi Julia Ormond. Julia quem? Pois é, mas, quando ela estrelou, em 1995, a refilmagem de "Sabrina", Hollywood a promoveu como " a nova Julia Roberts". Outra tentativa mal sucedida foi Cameron Diaz. Canastrice, no entanto, não combina com o posto. Mais uma: Jennifer Aniston. Essa porém, nunca se livrou da Rachel de "Friends". Reese Whiterspoon também teve seu momento. O Problema é que uma substituta de Julia precisa ter, pelo menos, um queixo.

Amy Adams é uma das postulantes atuais. Fez bonito em "Encantada", mas tem um jeitinho de estrelinha da Disney que não combina com a posição. Katherine Heigl, atriz de "Ligeiramente grávidos" e "Vestida para casar", também tenta chagar lá. Só que ela ainda é mais lembrada pela série "Grey's anatomy".

Ningém chegou tão perto quando a queridinha do momento Anne enveredou pelo drama em " O casamento de Rachel", quase ganhou um Oscar e caminha agora por uma estrada particular.

Na verdade, a estréia de "Duplicidade" prova que é bobagem procurar uma substituta enquanto " a velha Julia Roberts" estiver em ação.

Fonte: [Confira]

Aprenda como reproduzir o make de Julia Roberts, ideal para a faixa dos 40 anos

Quem não reconhece esse sorrisão da foto? Durante essa semana, a atriz Julia Roberts desfilou no tapete vermelho de Londres e Paris para lançar seu mais novo filme “Duplicity”. A estrela mostrou que no auge de seus 41 anos ainda conserva a beleza, reconhecida nas telas do cinema e fora delas.

Uma dica de produto indispensável para o make perfeito de quem está nessa faixa etária dos 40 é o uso dos chamados “primers” faciais. “São pré-bases que suavizam rugas, linhas de expressão e vincos da pele”, explica Vanessa Rozan, maquiadora sênior da M.A.C. “O primer é o último produto usado na etapa de cobertura de pele, mas é aplicado antes da base.”

Abaixo, veja os destaques do make de Julia Roberts nos dois eventos na Europa:
Pele: além da cobertura (base, corretivo, primer e pó), Julia destacou as maçãs do rosto com blush pêssego, o que lhe deu uma aparência mais saudável e jovial
Olhos: sombra cinza esfumada, delineador e muitas camadas de rímel valorizam o olhar
Boca: escolha acertada do batom cor de boca amarronzado e sem cintilância para não destacar as ruguinhas dos lábios

Pele: cobertura mais leve e pouco blush marcando as bochechas
Olhos: sombra iluminadora nas pálpebras, que levanta o olhar, tira o ar de cansaço e ameniza olheiras
Boca: batom rosa clarinho só para dar uma corzinha nos lábios e criar harmonia com a suavidade do make


Fonte: http://www.abril.com.br/noticias/comportamento/aprenda-como-reproduzir-make-julia-roberts-ideal-faixa-40-anos-427793.shtml


11 de março de 2009

Julia Roberts estrela filme com Clive Owen mais uma vez


Julia Roberts e Clive Owen, estrelas do filme Closer (2004), vão atuar juntos novamente no filme de ação “Duplicity”. Os dois causaram tumulto ao chegarem juntos na Leicester Square em Londres para o lançamento do filme.

Clive foi quem convidou Julia Roberts para o filme, durante um almoço. Ele não economizou elogios à atriz na coletiva, dizendo que ela é linda, inteligente e muito talentosa.

Emocionada, Julia completou dizendo que recebeu o convite quando ainda estava grávida e, como não poderia filmar na época, ficou muito agradecida e contente ao saber que eles a esperariam.

Fonte: Divirta-se

Julia Roberts acha que atrizes mães não devem tirar a roupa em cena


Julia Roberts criticou as atrizes que ficam nuas no cinema, especialmente aquelas que são mães. Aos 41 anos, a estrela de "Uma linda mulher" negou-se a tirar a roupa nas cenas de sexo escritas no roteiro original de "Duplicity at Leicester Square", noticiou o "Daily Mail'. Ao passar pelo tapete vermelho usando um terninho Dolce&Gabbana na noite desta terça-feira, pouco antes da pré-estreia do filme em Londres, ela não guardou segredo sobre seus sentimentos em relação à questão.

"Você sabe que não faço isso, então se você me chama para fazer, já deve saber que vai ouvir um não. Como mãe de três, sinto dessa forma", declarou Julia Roberts.

Se foi intencional ou não, ninguém sabe. Mas a declaração da atriz foi um tapa com luva de pelica em Kate Winslet, ganhadora do Oscar que viu seus seios virarem celebridades depois que ela tirou a roupa em "O leitor". Aos 33 anos, Winslet, mãe de duas crianças, não é adepta da plástica ou do silicone. A questão ganhou manchetes nos Estados Unidos, e ganhou destaque até no programa da Oprah Winfrey.

A aversão de Julia Roberts por tirar a roupa na frente das câmeras é velha conhecida de Hollywood. Anos atrás, a atriz declarou que nunca faria nudez em um filme.

"Atuar com roupa é uma performance. Atuar sem roupa é documentário", disse a atriz.

Kate Winslet pode já ter se arrependido das cenas. Em entrevista a uma revista, a atriz afirmou que não volta a tirar a roupa:

"Acho que não farei isso novamente. Não quero ser aquela atriz que 'sempre tira a roupa'".

Fonte: O Globo

Julia em entrevista ao programa Entertainment Tonight


A atriz Julia Roberts confessou, em entrevista ao programa Entertainment Tonight, que se sentiu perturbada a primeira vez que leu o roteiro de seu último filme, Duplicity, porque teria de ficar nua por exigências do texto.

A ganhadora do Oscar deveria rodar uma cena parcialmente nua, e teve que rebaixar o nível erótico que era pretendido na ideia original do diretor e escritor Tony Gilroy:

"Eu lhe disse: pensei que você se daria conta, mas contratou o serviço de uma atriz que faz filmes para todos os públicos", contou Roberts, acrescentando que a picante cena não foi o único momento incômodo que teve de superar, pois beijou seu companheiro de elenco, enquanto seu marido e operador de câmera, Danny Modder, os filmava: "É difícil beijar alguém que não é seu verdadeiro amor... é algo incômodo", disse.

Fonte: OFuxico

Julia Roberts polemiza ao dizer que não fará mais cenas de nudez


Além de defensora voraz da imagem de seus filhos, parece que a atriz Julia Roberts tem adquirido ares cada vez mais puritanos. Desta vez, a atriz que foi clicada no tapete vermelho na pré-estréia de "Duplicity" juntamente com Clive Owen, polemizou sobre as cenas de nudez: "Você sabe, não é o tipo de coisa que eu faça, Portanto, se você me pede isso, é preciso que você espere uma recusa; sou mãe de três crianças".

Julia Roberts fala do embaraço ao ler o roteiro de 'Duplicity'

Julia Roberts confessou em entrevista que se sentiu incomodada da primeira vez que leu o roteiro de seu último filme, “Duplicity”, pois, por exigência do texto, deveria ficar nua. É, a situação já não é das mais agradáveis, ainda mais quando – no caso de Julia - o cameraman é o seu próprio marido, Danny Molder.

Fonte: Te Contei

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